Saúde Pública

Usar benzodiazepínicos, como o Rivotril, por mais de três meses aumenta risco de demência

Segundo colégio americano de psiquiatras, o uso dessa classe de calmantes e ansiolíticos aumenta o risco de demência em até 82%. Saiba mais sobre outros efeitos colaterais e mecanismos de ação dessas substâncias

Pacientes que tomam medicamentos do tipo benzodiazepínicos para tratar condições psiquiátricas devem considerar a transição para outras terapias pelos riscos aumentados de demência, ressaltam especialistas do American College of Osteopathic Neurologists and Psychiatrists.

O risco associado ao uso dessa classe de medicamentos será um dos temas da reunião anual da associação, a OMED 2015, que irá ocorrer entre 17 e 21 de outubro em Orlando, nos Estados Unidos. O informe dos especialistas é um apelo para que novos protocolos em psiquiatria sejam seguidos.

Eles explicam que já há informações consolidadas sobre os riscos dos medicamentos benzodiazepínicos, mas alguns médicos continuam a receitar os compostos – seja pelos rápidos resultados com o tratamento, seja pela dificuldade para a transição para novas opções. 

As benzodiazepinas incluem medicamentos como o diazepam (nome comercial Valium), clonazepam (nome comercial Rivotril), bromazepam (nome comercial Lexotan) e alprazolam (nome comercial Frontal). Eles são usados como tratamento primário para a insônia, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno obsessivo-compulsivo e outras condições.

O psiquiatra Helene Alphonso, um dos especialistas responsáveis pela divulgação dos estudos na reunião em Orlando, cita exemplos de pesquisas que encontraram a relação entre o uso e Alzheimer.

Uma revisão dos dados de 9.000 pacientes canadenses descobriu que aqueles que 
tomaram a droga por um período superior a três meses, mas inferior a 180 dias, tiveram risco aumentado de desenvolver a doença em 32%.  

Quando o período de uso de um benzodiazepínico passa de seis meses, o risco chega a 82%. Resultados semelhantes foram encontrados por pesquisadores franceses que estudaram mais de 1.000 pacientes idosos.

[Nota da redação: Após muitas dúvidas e comentários, entrevistamos a autora do estudo citado acima, a pesquisadora Sophie Billioti de Gage, da Universidade de Bourdeax (França). Confira aqui.]

O uso prolongado de benzodiazepínicos deve ser evitado pelos seus altos riscos, afirmam especialistas. Foto: Ingimage
O uso prolongado de benzodiazepínicos deve ser evitado pelos seus altos riscos, afirmam especialistas. Foto: Ingimage

Alphonso afirma que, devido a escassez de profissionais de saúde mental em áreas carentes, médicos da atenção básica à saúde acabam por receitar essa classe de medicamentos para dar alívio a pacientes com sintomas psiquiátricos. “Mas é necessário uma melhor estratégia a longo prazo”, ressalta. 

“Embora seja apenas uma correlação, e não uma demonstração de que realmente os remédios sejam responsáveis pelo surgimento do Alzheimer, há muitas razões para evitar essa classe de drogas como primeira opção.”

Uma primeira alternativa, cita Alphonso, são antidepressivos. “A pesquisa atual é extremamente clara e médicos precisam fazer parcerias com seus pacientes para movê-los para outras terapias, como antidepressivos, que são comprovadamente mais seguros e eficazes.” 

O argumento para limitar o uso de benzodiazepínicos é particularmente forte para os pacientes com 65 anos ou mais, mais suscetíveis a quedas, lesões, overdose acidental e morte quando tomam os medicamentos.

Os riscos fizeram com que a Sociedade Americana de Geriatria estabelecesse diretrizes em 2012 que rotularam essas drogas como “inadequadas” para o tratamento da insônia, agitação ou delírio.


A ação dos benzodiazepínicos

Essa classe de medicamentos foi aprovada nos anos 1960 nos Estados Unidos – acreditava-se que fossem mais seguros que os barbitúricos, usados no início do século XX para o tratamento da insônia e ansiedade.

Mais tóxicos, o uso de barbitúricos foi descontinuado por registros de parada cardíaca, complicações pulmonares e suicídios associados ao uso. Hoje só são usados para a induzir anestesia geral e em casos de síndromes convulsivas graves. 

Tanto os barbitúricos como os benzodiazepínicos atuam no Sistema Nervoso Central. Constituído por estruturas como o cérebro e a medula, o sistema é responsável por receber e processar informações.

Eles têm por alvo mecanismos que envolvem o neurotransmissor GABA (sigla para ácido gama-aminobutírico). Um neurotransmissor é uma substância que realiza a comunicação de um neurônio com o outro, já que eles não se tocam. O GABA é responsável pela sensação de relaxamento. Ou seja, na presença dele, os neurônios vão se comunicando em rede e avisando a todo o corpo que é hora de relaxar. 

Os benzodiazepínicos são amplamente utilizados e sua indicação depende, muitas vezes, do tempo que produzem o efeito de sedação no organismo.  Os de longa duração (de oito a dezesseis horas) são utilizados no tratamento de epilepsia, úlceras e hipertensão arterial; os de ação média (quatro a seis horas) são administrados para tratar insônia e os de curta ação (imediata) são utilizados como anestésicos e sedativos. 

Outros efeitos adversos já foram associados ao uso como perda de memória, perda de concentração, dificuldade motora, reação paradoxal (maior excitação depois do uso), indiferença afetiva, quedas, fraturas, tontura, zumbidos, sensação de ressaca (sonolência excessiva) e dependência. Cerca de 50% dos pacientes que usam benzodiazepínicos por mais de 12 meses evoluem para síndrome de abstinência.1

Estima-se que 50 milhões de pessoas façam uso diário de benzodiazepínicos. A maior prevalência encontra-se entre as mulheres acima de 50 anos, com problemas médicos e psiquiátricos crônicos. Os benzodiazepínicos são responsáveis por cerca de 50% de toda a prescrição de psicotrópicos. Um em cada 10 adultos recebe prescrições de benzodiazepínicos a cada ano, a maioria feita por clínicos gerais. 2

2 Fonte: http://www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/004.pdf

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Monique Oliveira

110 Comments

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  • Descordo completamente, pois inha sogra toma Clonazepan a mais de 6 anos, e tem uma memória melhor que a minha. Olha que ela tem 69 anos e eu 37 anos.
    Lembra de tudo , tem uma memória de elefante.

  • Olha, já eu digo o contrário dos outros, não vou tapar o sol com a peneira.
    Uso rivotril há 10 anos e tem em afetado muito a memória. Já estou em busca de alternativas

  • Pelo exposto percebe se facilmente a possibilidade de fiéis importante na pesquisa, o grupo estudado(idosos, pacientes com transtornos mentais,normalmente são usuários de muitos medicamentos) já tem grande prevalência de demência como atribuir tudo isso a apenas uma classe de medicamentos? Demência no grupo estudo é multifatorial.

    • Oi José, tem razão. É multifatorial sim e de nenhuma maneira dá para afirmar que o medicamento “causa” Alzheimer, mas o estudo mostrou que eleva o risco.

      Também a pesquisa mostra que o efeito dos benzodiazepínicos sobre a memória está bem documentado -também há a ressalva de que não há uma relação causal (esse tipo de relação é praticamente impossível de ser estabelecida nesses estudos).

      Uma pesquisa no http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed com os termos "benzodiazepines" + "Alzheimer" vai te trazer outros relatos. De qualquer forma, se um risco associado foi observado, embora o quadro de demência seja absolutamente complexo, talvez não recomendar o uso seja mais interessante até que novos estudos sejam feitos.

      • Desculpe, não necessariamente “Em resposta à José Alberto”
        Só gostaria de deixar um comentário geral sobre as prescrições.

  • Gostaria de saber se o medicamento Hemitartarato de zolpidem também pode causar os problemas acima, pois o mesmo é utilizado para indução ao sono.

  • Bom dia! Eu tomo rivotril ha 17 anos e nao consigo tirar. Tenho cabeca boa. Tenho vontade de tirar mas nao consigo. Obrigada

    • Veja resposta que dei a outra pessoa,Maria Cristina Gomes de Proença.Depois do “desmame” tente usar o hemitartarato de zolpidem,que não é tarja preta e sim vermelha.

  • Pessoas amigas, olá. Vejo que muitos tem problemas para lidar primeiro com os motivos que nos levam a fazer uso desses medicamentos, e depois no buscar formas de se ver livre do uso destes.

    São coisas distintas e precisam ser vistas separadamente. Na mesma ordem, é necessário que os motivos sejam eliminados, e aí então entendo como isso tudo sendo um problema realmente grave. Mas onde estaria a solução?

    Uma resposta que vem dando certo envolve o enfoque “energia”, com o princípio de que somos todos seres formados antes por energia, para depois dentro dos códigos dessa “onda”, virmos a ser de átomos, moléculas e tecidos orgânicos. A ciência hoje já descobriu ser assim.

    Sendo seres de energia, obedecemos a princípios de funcionamento que a academia convencionou, e hoje existem formas de se administrar determinadas formas de onda de energia produzidas por equipamentos que resultam em benefícios expressivos tanto para a saúde mental, como para o próprio corpo físico.

    Algo que recomendo para se adentrar nessa nova forma de se observar assuntos sobre saúde emocional e física é ler o artigo desse link… http://www.gb7saude.com.br/blog/outras-terapias/terapia-frequencial/ .

    Pode-se conseguir eliminando os motivos que geraram o uso dos barbitúricos, equilíbrio emocional suficiente para buscar-se a eliminação dos próprios barbitúricos.

    É uma real saída do labirinto, uma real possibilidade de recuperar pessoas queridas que sofrem e fazem também sofrer junto os que as amam.

    Que Deus possa olhar para todos nós, e nos ajudar, sempre.

    Fraterno abraço.

  • Minha mãe toma Rivotril há 30 anos devido a uma depresão ,hoje ela esta com 58 anos e tem uma memória melhor que a minha .

    • Ansiolítico contra depressão? Só? Ela deveria tomar um antidepressivo e à noite um regulador do sono.Existe hoje um regulador do sono que não provoca dependência e é tarja vermelha:é o hemitartarato de zolpidem.

    • Boa tarde Monica,
      Eu já utilizo esse medicamento a muitos anos, pois sofro de insonia, não tenho nenhum problema de saúde mental, mais fiquei dependente desse remédio, e acho dificil sair disso pois, tenho uma terrível insonia., problemas pessoais com morte de filho, separação e tantas coisas, perdas de parentes queridos. O que devo fazer para me livrar disso.
      Abraço.
      Arlete

  • demente eh quem toma so tres meses , nao adianta nada ………… esquece o rivotril tem drogas mais bartas e licitas q causam mais demncias e dependencias ….. odeio hipocrisia

  • Faço uso continuado de Clonazepam há mais de 30 anos.Criei dependência.
    Perdi a memória, não sei mais fazer um cálculo, nem mesmo fazer um troco.
    O famoso “Rivotril” (Clonazepam) tem tarja negra e só deve ser usado no máximo por 03 meses.Infelizmente os médicos prescrevem essa droga para todo mundo.Ela é um anticonvulsivante que pode minimizar a ansiedade.
    Porém, o custo não não vale a pena.Conheço pessoas que tomam chá de melissa, ansiolítico natural. Eu me arrependo de ter tomado essa droga por tantos anos.O pior é que os médicos (não apenas os psiquiatras) prescrevem essa medicação e não explicam os possíveis efeitos colaterais a longo prazo.

    • Seu caso me parece bem sério,talvez necessitando de tratamento anti-dependência. Mas para casos menos sérios,aprendi uma técnica simples. Digamos que você toma 1 comprimido por noite.Então, durante 5 dias ou uma semana,use 3/4 do comprimido.Guarde os pedacinhos até ter três e eis uma dose economizada;depois faça a mesma coisa com metade da dose,ou seja meio comprimido; depois a mesma coisa com 1/4 de comprimido;depois 1/4 dia sim, dia não. Isto nos casos denos sérios.Mas a sugestão é que seu prazo de “desintocicação” dure uns dez dias e não 7 ou 5.Aprendi isto num hospital público que tem um núcleo anti dpendência e deu certo. Mas o macete é: dimninuir a dose de 1/4 em um quarto.Se você toma dois por dia, 1/4 seria 1/2 comprimido por período de “desmame.”

  • Cada coisa ehm… Mas viu, quem escreveu o artigo científico nao foi crianças do ensino médio, foram provavelmente médicos e q com certeza nao sao simples bacharéis em medicina, provavelmente mestres e/ou doutores… E se vc não se encaixa na pesquisa nao significa q eles nao sabem o que dizem… Significa que o corpo humano é complexo, cada ser reage de uma forma diferente a variados fatores e substancias e que a população estudada corresponde a uma amostragem estatística, sempre ha aquelas q fogem do padrão. Eh uma questão de estudar muitoooo pra fazer um trabalho como este.
    e tratando-se de medicamentos que atuam no sistema nervoso… Nao se brinca com isso.

  • Eu acredito que ele afeta mais as pessoas que são propensas a isto, eu por exemplo, sempre fui meio esquecida, tenho 36 anos e tomo rivotril a tres anos. Eu só piorei um problema que ja tinha.

  • Tenho 54 anos e tomo Rivotril desde os 40 pois sofro de transtorno do panico e o Rivotril ajuda nas crises e combate minha ansiedade.Uso durante o dia e a dose sempre foi a mesma. Minha memória é muito boa.

  • Os medicamentos como Zolpidem são os chamados de “Z-drugs”. No longo prazo, causam tantos malefícios como os benzodiazepínicos.

    • Qual a fonte disso? É que estou tomando a pouco tempo e já estou apresentando problemas de memória. E resolvi pesquisar os colaterais…

  • Porque os medicos prescrevem se faz tanto mal. Tenho um parente que mora nos Estados Unidos que ja tinha me falado isso pra eu parar de tomar.O medico dela falou que deveriam ser presos os medicos que receitam rivotril.

  • Tomo clonazepam há uns 5 anos, sou dependente, costumava ter uma memória perfeita, lembrava datas, telefones, diversos em que se envolvia números grandes, hoje não consigo me lembrar do telefone da minha mãe, tenho que recorrer a agenda, esqueço de pequenas coisas que são corriqueiras no meu dia a dia, como por exemplo no trabalho.

  • Ja tomei o Zolpidem e causa dependencia tambem,pois ele e controlado tomava lexotam de 6ml e nao dormia de forma alguma e tomava mais 2 zolpidem de 10ml cada um. Foi uma fase ruim graças a Deus consegui sair e abamdonar os medicamentos

    • sou dependente de zolpidem, eu queria saber como conseguiu largar? Eu não consigo dormir de jeito nenhum….nem com remédio. O que vc. toma hoje? obrigada Angela.

  • Concordo, sobre o esquecimento, pois uma pessoa intolerante ao glúten, celíaca, poderá fazer esquecimento, mesmo que não tenha a forma clássica da doença.
    Quanto ao uso da medicação ele atrofia algumas regiões sim, benefícios para algo, sacrifícios de outras.

    • Eu tomo rivotril há 7 anos e tenho síndrome de abstinência.Como retirar esse medicamento sem tanto sofrimento?? Tenho 55 anos e me preocupam muito os efeitos colaterais.Sou ativa, leio, faço cruzadas, escrevo, mas minha mãe teve alzheimer e sei de perto o quanto é triste essa doença.Grata!

  • Acredito que muitos fatores devem ser levados em conta para que seja considerado causador de Alzheimer, o modo de vida da pessoa, se costuma ler, exercitar-se, usar a “cabeça”. Da mesma forma que o modo que é usado, se faz acompanhamento psicológico juntamente com a terapia ou quer que apenas o medicamento faça milagre, pois se faz apenas uso medicamentoso sem acompanhamento psicológico há maior chances de síndrome de abstinência, uma vez que a pessoa não sente-se bem com ela mesmo, e o medicamento quando é tirado e a pessoa não sente-se bem sem ele é porque ele apenas “encobria” o sentimento ruim, mas a pessoa não estava bem consigo mesmo. Também acredito que deve-se levar em conta se faz uso de outros medicamentos, e se interagem.

  • Trabalho com saúde mental faz dois anos e mais dois de tratamento contra dependência química, os quadros clínicos de demência, dependência, falta de concentração e outros são visíveis já falta de memoria em alguns casos. Fico feliz que estejam levando a saúde a sério. Partir de um caso isolado ou uma percepção subjetiva não é ciência apenas idiotice.

  • Ola pessoal. Apesar de no Brasil não vender nas farmácias, a melatonina eh vendida nos EUA sem receita. Alguém já experimenta?

    • Cláudio Lins, eu tomo rivotril há vários anos, e gostaria demais de parar de fazer uso desse medicamento. Eu uso pra insônia, e já estou dependente. Já ouvi falar sobre a melatonina. Será que no Brasil eu encontro?

  • assustador a quantidade de pessoas que tomam esse tipo de medicação há anos! Vcs consideram normal? Questionem os médicos! Tomem conta de suas vidas! Viciando pessoas para manter a indústria farmacêutica. Depois maconha é um perigo, aham.

  • EU SÓ DIGO QUE TENHO TRANSTORNO DO PÂNICO E TOMO RIVOTRIL DESDE 2008
    Não consigo largar essa droga
    Infelizmente sou uma dependente química
    MAS ONDE ESTÁ A ALTERNATIVA?
    DE QUE ADIANTA TODOS ESSES ESTUDOS?
    NÃO SERÁ MAIS UMA MANOBRA PARA POR NO MERCADO OUTRA DROGA?
    EU TENHO QUE TOMARA
    E NÃOOOO TENHO ALTERNATIVA!
    E QUEM NÃO SABE O QUE DIZ É MELHOR SE ABSTER E NÃO COMENTAR

  • Bom, diria que tudo que é demais faz mal!
    Porque não procurar técnicas alternativas e muito eficaz como a acupuntura???
    Às vezes é necessário introduzir a medicação mas muitas vezes é questão de uma boa anamnese e encaminhar a atendimentos não medicamentosos. Infelizmente a indústria farmacêutica “manda”.

  • Soube recentemente por terapeutas e médicos que o Rivotril é um remédio antigo, que atinge o sistema nervoso central por alterar a forma como um neurônio se comunica com o outro. E com o tempo de uso, essa alteração afeta isso fortemente e por isso a síndrome de abstinência, como taquicardia, suor, etc. Eles disseram que esse remédio foi criado originalmente para epilepsia, e por isso se diz que um médico que o receita devia ir preso mesmo.
    Vale trocar por antidepressivos mais modernos, como Lexapro por exemplo, que atua tanto em depressão, ansiedade, fobia e pânico.
    Tirar o Rivotril deve ser aos poucos. Se tomava um inteiro por dia, cortar ao meio. Depois tomar um quarto do comprimido, e ir diminuindo diminuindo até o corpo se acostumar com a retirada dele.

  • Eu tomo rivotril há18 anos. Já tentei várias vezes tirar diminuindo a quantidade, porém não consigo dormir. Durmo um pouco e me acordo e não durmo mais.Consigo ficar uma semana e aí não aguento começam zumbido, tonturas. Gostaria de saber qual o remédio que possa substituir.

  • O mais diíicil desses medicamentos Benzodiapenícos, nao acho que seja a demência futuras, mais sim a dependência causada por eles. se fosse um tratamento a curto prazo, acredito que nâo causaria essas sequeelas, conheço pessoas que não consegue mais deixar essa medicação. Seria interesante hoje pensar na possibilidade de como é possível deixar esta droga. ou uma outra forma de tratamento alternativo pra insônia.

  • Tomo Clonazepam 2 mg comprimido há mais de 15 anos, com a finalidade de dormir. Não consigo dormir sem ele. Tomo também Cloridrato de Venlafaxina de 150 MG. Já pedi para meu médico me dar outro remédio para dormir,mas não faz efeito
    Não tenho problema de memória, mas acho que me viciei no Rivotril, e não consigo tirar ele da minha vida.Meu pai teve Alzaimair e faleceu, tenho medo de outros sintomas,inclusive fraquezas musculares, pois sei que o Rivotril tbm pode causar isso. O que faço parae livrar disso e conseguir dormir?

  • Você arriscaria participar de uma roleta russa onde entre 10 tentativas só 2 escapam?
    Faça ginástica para o cérebro, é saudável, sem contra-indicação e aos poucos você diminuirá a dependência e potencializa o uso da sua mente.

  • TOMO RIVOTRIL 2MG HÁ 1 ANO( APÓS PERDA DE UM FILHO) E VENLAFAXINA 75 MG HÁ 5 ANOS. TENHO 62 ANOS. O QUE FAZER? SUBSTITUIR POR UM HIPNÓTICO?

  • Tomo rivotril a 10 anos,pois sentía tonturas ,o medico disse que se eu tomase iría ser bom e foi mesmo,talvez causada por ansiedade ou desrritimia, tomo 1 mg a noite ,em 2007 perdi minha mae dai ele me falou pra eu ficar bem deveria tomar pra sempre .Eu quería tirar mas como faco? Nao consigo dormir dreito sem ele ,a memoria as vezes esquecida

    • Eu consegui, deoois de dez anos. Fui tirando com acompanhamento psiquiatrico e psicologico através do rivotril gotas .. Comecei com 10 gostas e fui baixando. Voce vai conseguir. Qualquer coisa, entre em contato comigo.

  • Olá, tomo clomipramina 4 comprimidos de 25 mg, ou seja 100 mg. toda noite, e pela manhã 2 mg de Clonazepam. Vai completar 4 anos, estou com 26 anos, não tenho mais sentido na vida, os remédios me dopam e eu vivo em casa, não saio para nada. Fui diagnosticada com sindrome do panico, depois juntou ansiedade e depressão. Não vejo futuro na minha vida, cada dia que vivo mesmo sem fazer nada é uma vitória, porque preferia estar morta.
    Não sei como vocês se sentem… Mas eu só não desisti porque acredito em Deus, não sou religiosa e mal frequento igreja, mas sei lá, vai que ele tenha piedade um dia…
    Queria uma ajuda, mas ela não existe…

    Obs: Meu caso de perda de memória está se agravando com o tempo. Esqueço várias palavras e não consigo decorar nada.

    • Priscila,não faça isso com sua vida reaja inves de tomar esses remedios faça uma caminhada,exercicio ou faça uma viajem mude de ares ,sorria mais ,viva mais saia desse fundo do posso.converse com Deus ,vai aos poucos diminuindo a quantidade vã largando aos poucos.eu não sei o que aconteceu na sua vida pra vc ficarr desse jeito mais Deus sabe ele manda te dizer existe uma saida basta olhar pra ela ,grande bjs que Deus te abençoe.

    • Ela existe sim !!!! Chama-se DEUS que nos deixou uma bússola para o encontra-lo e enviou o seu Filho JESUS CRISTO para morrer por nossos pecados. A Bíblia diz que ” Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador,
      Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.
      Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.
      O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.
      1 Timóteo 2:3-6 e em ISAÌAS CAPITULO 53: Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR?
      Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.
      Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
      Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
      Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
      Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.
      Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.
      Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido.
      E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.
      Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do Senhor prosperará na sua mão.
      Isaías 53:1-10; PROCURE UMA IGREJA EVANGÉLICA MAIS PRÓXIMA OU A QUE DEUS TOCAR EM SEU CORAÇÃO, ACEITE A JESUS CRISTO COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR E VOCê VERÁ A GLÓRIA DE DEUS E A CURA DE DEUS ATRAVÉS DE CRISTO CHEGANDO EM SUA VIDA. PARA TUDO TE JEITO ATÉ PARA MORTE ELE É A RESSURREIÇÃO E A VIDA. EVANGELHO DE S. JOÃO 11 VERSÍCULO 25 ABRAÇOS

      • Lev Robson, vou te dizer uma coisa. Deus não é remédio. Não tenho essa relação com Ele. Deus pressupõe doação e amor ao próximo. O que você falou é leviano e preconceituoso contra pessoas que tem necessidade e indicação médica de tomar medicamentos, como ansiolíticos por exemplo. Aprenda a respeitar o próximo, aquele que sofre e necessita de uma medicação. A propósito, você nunca toma remédios? Se estiver internado com alguma infecção, não tomará antibióticos? Faça um favor à humanidade, não interprete a palavra de Deus conforme sua própria vontade.

  • Olá! Minha mãe fez uso de muitos desse medicamentos com o rivotril era pior porque ela não saía de casa sem ele na bolsa. Hoje ela tem 58 anos e está com Alzheimer bem avançada faz uso de sonda gástrica, usa fraldas, não fala, e anda com muita dificuldade, não reconhece ninguém e vive no mundo só dela. Sempre tive essa desconfiança que agora acabou de ser confirmada . Gostei muito desse artigo, tudo que foi dito é verdade, espero que faça mais estudos sobre estes medicamentos para não mais pessoas como minha mãe não tenha está doença triste e ingrata.

  • Eu comecei a tomar Rivotril há três anos mas não tomo todos os dias apenas em crise ou em dias particularmente depressivos e às vezes quando não consigo interagir de forma natural a eventos sociais..alguns dizem que é “bengala” mas os antidepressivos não me dão a mesma sensação do Rivotril, me sinto bem com ele. Mas me controlo a tomar apenas quando muito necessário mas tais estudos me assustam…não sei se são mais para os que tomam diariamente

  • Tomo Rivotril, 1 mg dia, e Frontal, de 1 a 2 mgs dia, há mais de 30 anos, estou com 65 e nenhum sinal de demência ou Alzheimer. Ainda sofro de depressão e tomo Prozac 20 mgs desde 1990. Adoraria não tomar nenhum deles, mas não posso condenar totalmente. É saber equilibrar a dose – e equilibrar a vida, também.

  • Desde minha adolescência que não tenho qualidade de sono. Senhor dormir para mim era algo sem sentido. Não sonho, não descanso. Acordo com sono. Aos 50 anos fiquei com sintomas de agressividade leve, pavio curto, sem gosto para fazer nada. Este quadro me levou para uma labirintite aguda. Fiz polissonografia , e não tenho diagnóstico do porque tantos micro despertar. Remédios para labirintite não fazem efeito em mim. Porque não durmo direito, fico cavada, entro em fadiga e resulta na labirintite que só melhora com rivotril. Resumo: tem 10 anos que tomo e até agora estou bem. Durmo bem, acordo bem, estou calma e tranquila. Porém seu que uso uma droga que é uma DROGA… Como sair dela.????

  • Tá tomo esse tipo de medicamento há varios anos,antes tomava Diazepan de 10mg,agora tomo Rivotril e além dele tomo outro dois medicamentos, Quetiapina e Amitril e me sinto muito bem,se não tomar ai passo mal!!

  • O que me chamou atenção foi o tempo da pesquisa, 3 meses e não mais que 180 dias, neste período não há como chegar a nenhuma conclusão é estou achando muito precipitado este artigo, além de alarmista. Sou psiquiatra há 25 anos e existem patologias que não são tratáveis só com antidepressivos e indutores do sono (indutores não tratam nada, só induzem o sono, tem que se tratar a causa da insônia).
    Quanto a memória, sempre ouvi esta queixa mesmo antes de iniciar o tratamento. Se muito ao estilo de vida que temos hoje, muito stress, que diminui a atenção e concentração e consequentemente a memória, ex. Estamos fazendo algo mas pensando no que temos que fazer logo em seguida.
    Na minha experiência a dependência é mais psicológica do que química ou quando o paciente, faz abuso da medicação, sem consentimento médico.
    Quanto a retirada da medicação não pode ser abrupta, pois a ansiedade pode não estar tratada, com a retirada abrupta vem a ansiedade de rebote, isto não é dependência.
    Bem só quis dar uma breve explanação em relação ao artigo, pois não se tem nada comprovado cientificamente, só pesquisa, nada definitivo, infelizmente nada se sabe sobre Alzheimer.
    Dra. Samira Wakim, Psiquiatra e Psicoterapeuta

  • Eu tomei rivotril durante um tempo e ainda bem nao fiquei dependente mas pretendo nunca mais tomar nenhum remedio psiquiatrico.

  • Eu tomei por bom tempo esse Rivotril.Pra sair foi por força de vontade enfrentando a abstinencia.Meu médico receitou Donaren.Um antidepressivo a noite.Me dando bem.E ele faz melhorar o desempenho sexual que o rivotril tira.

  • Tomo Rivotril para reduzir a ansiedade a noite é meu psiquiatra disse que dose pequena e não ficar aumentando a dose não faz mal . Agora estou apavorada .

  • Sou psiquiatra há 25 anos, este artigo é precipitado e alarmista. Três meses e menos de 180 dias não prova nada. Estão iniciando uma pesquisa, não há nada cientificamente comprovado. Antidepressivos e indutores do sono não tratam todas as patologias da psiquiatria, os benzodiazepinicos são necessários. As queixas de diminuição de memória vêm sempre antes de iniciar o tratamento é se deve ao estilo de vida que levamos atualmente, ex: estamos fazendo algo já pensando em que vamos ter que fazer em seguida. Stress diminui atenção, concentração e consequentemente memória. A dependência é muito mais psicológica do que química ou quando o paciente faz abuso da medicação não obedecendo a prescrição médica. Sou contra indutores do sono, pois só induzem o sono, não tratam a causa da insônia. Um transtorno de ansiedade acentuado causa muito esquecimento, não é o medicamento. Bem, tentei dar uma pequena explanação sobre o artigo. Ainda, infelizmente, não se sabe nada sobre Alzheimer.
    Dra. Samira Wakim

    • Concordo com a Dr Samira, sou extremamente ansiosa e tomo lexotam a bastante tempo, sem ele náo consigo realizar tarefas simples, sofri boa parte da minha vida, com o uso de benzodiazepinicos, consigo ter uma vida de mais qualidade, pois consigo levar a vida sem tanto sofrimento, dirijo longas distancias, minha concentra;ao e otima gracas a Deus. Náo vou grilar com essa reportagem pois sei que

    • Concordo com a Dr Samira, sou extremamente ansiosa e tomo lexotam a bastante tempo, sem ele náo consigo realizar tarefas simples, sofri boa parte da minha vida, com muita ansiedade.Com uso de benzodiazepinicos, consigo ter uma vida de mais qualidade, pois consigo levar a vida sem tanto sofrimento, dirijo longas distancias, minha concentra;ao e otima gracas a Deus. Náo vou grilar com essa reportagem pois sei que, cada caso e um caso e ja tomei antdepressivos ,mas me fizeram bem.

  • Usava o zolpidem e o efeito, para mim, era contrário. Ele me dava sono (bobeira) e ao mesmo tempo vontade de falar muito, o problema é que no outro dia não lembrava de nada que eu falava. A perda de memória com o zolpidem é muito maior, no meu caso.

  • Fiquei um ano e meio sem dormir nada fiquei mais louca e sem memória do que agora que tomo frontal. Vou me preocupar com o agora de conseguir dormir w lidar melhor com o dia de hoje vai que eu morro amanhã.

  • Já usei todos os remédios citados, em fases diferentes da vida, muitas vezes associados a anti depressivos. Eles criam dependência sim e fiz o desmame muitas vezes. Nunca usei Zolpidem, mas minha filha usou. Algumas pessoas, como a minha filha, sentem uma fome incontrolável depois de tomar o medicamento e comem muito, num estado meio acordado meio dormindo e só depois adormecem. No dia seguinte, não se lembram de ter esvaziados geladeira. Os diazepinicos nunca me deram problema de memória mas provocaram constipação intestinal, fraqueza muscular e tonteiras

  • Sou usuário de Rivotril e Donarem por mais de 10 anos. Meu problema era insônia e irriquietação das pernas, como também, depressão. Os sintomas que posso registrar em função do medicamento são: zumbido permanente, mãos trêmulas, esquecimento de certas palavras ou nomes, esquecimentos de fatos durante o efeito do medicamento. Mas graças ao medicamento consegui dormir e viver com mais segurança. Sei que o medicamento faz mal mas a patologia é muito pior. Tenho certeza que debaixo deste recurso a doença está viva.

  • Sou depressiva e faço tratamento a anos sem ter resultado em novembro de 2013 cai numa depressão horrivel 30 dias numa cama emagreci msis de 10 quilos. Procurei outro psiquiatra que me ajudou a sair da crise tomava cymbalta amato e pristiq com dificuldade de dormir ansiedade ele me receitou frontal estava tomando a mais ou menos um ano qdo de repente conheci um psiquiatra que achou loucura eu tomsr frontal dizendo que ele causava demência parei com o frontal e nunca nais vou tomar nenhum anciolitivo tarja preta minga memória enfraqueceu muito nao lembro de muitas coisas e meu pai morreu de alzaimer minha irmã toma rivotril e ela tbem apresenta perda da memória e tbem deixou o rivotril eu assino em baixo da pesquisa realmente da perda de memória.

  • Estou lendo essa reportagem pq larguei há 8 dias o Rivotril q eu utilizava há 3 anos somente para dormir, porque percebi q eke estava afetando minha memória, equilíbrio, concentração, entre outros males. Ainda não notei diferença, mas já me sinto vitoriosa por conseguir substitui_lo pelo indutor de sono Patz sl 50mg.

  • Tive crise de pânico e por 2 anos tomei Rivotril, tinha uma vida “quase” normal, mas me sentia mal com pouca energia, muito passiva diante do mundo.
    Foi quando descobri os florais do Joel Aleixo.
    Não acreditava que seria possível trocar ansiolíticos e calmantes por floral, mas há 3 anos não tomo mais nenhum remédio.
    Existem tratamentos alternativos, que resgatam o equilíbrio e te afastam das vulnerabilidades que o remédio traz

  • Olá Priscila.
    Tenho 27 anos e compreendo exatamente como tu te sente.
    Mas precisamos continuar tentando. Nem que não seja apenas por nós, mas pelos que amamos.
    Eu sinto o mesmo. Afinal tão nova e ja tomando mil remedios e não enxergando uma luz no fim do túnel não é fácil.
    Tenta buscar um profissional melhor do que o que tu estás e mudar radicalmente a medicacao, que certamente não é a adequada para ti.
    Boa sorte e me contata se quiser conversar.

    Beijos!

  • Entao se isso e provado nao sei mas morei com uma pessoa q usa nao so um como qualquer um deles se ele tiver o problema q elenao toma certo se ele percebe q vai passar por alguma situaçao qvo dexe nervoso ele vai la e toma se vai dirigir toma p nao passar nervoso antes de dormir toma e sem controle sem hprario ele nao tem vontade de faser sexo quando tem o corpo quer e as x nao funciona pior dai vai la e toma pramil p tentar me satisfaser e nao gosto disso ele nao tem a memoria boa e quieto demais gosta muito de ficar so e diz q nao se preocupa q ta tranquilo .isso me incomoda porq la no fundo ele deva sofrer .mas td isso calado tentando camuflar com alguma coisa .ele toma desde 1992parou de beber e usa o medicamento se ele consegue qualq um .nao vai ao medico p se consultar gosta mesmo so da receita .vivi debaixo do mesmo teto por 3anos e a um moramos em casa separadas .so assim p euconseguir aguentar .pois nao vivo td isso ao dia dia mas sempre estou la na casa dele aos fdsemana .porq ter uma vida social amigos isso nao existe e muito raro .tenho medo q algum dia eu chegue e veja ele pior ate mesmo morto.aflita estou mas nao sei mais o q faser .pois ele se considera normal sem problemas ….dificil ..

  • Comecei meu tratamento psiquiátrico ccontra Depressão, Síndrome da Ansiedade e Síndrome do Pânico. Fluexitna e Rivotril passar na minha vida de mandeira rápida, visto que não adaptei a ambos, pois eram fracos.
    O tratamento foi modificador para espran de dia e lioram a noite. Me sinto bem com o espran, tem ajudado a diminuir minha ansiedade. Já o Lioran (zolpedim), está me fazendo ter alucinações! Vejo e ouço pessoas que não estão aqui, as pessoas que estão do meu lado mudam de forma, como se fosse. ETS e tem sempre vulto por todos os lados.. Melhora com o passar do dia, mas está me atrapalhando muito!!!
    Tenho támbem tido amnésias! Tomo o remédio e simples.ente esqueço tudo que fiz ou disse. Já marquei a consulta com minha psiquiatra para alterar a medicação

  • SINTA-SE CONVIDADO AO GRUPO “BENZODIAZEPÍNICOS?”
    https://www.facebook.com/groups/800837320045262/
    Depois de várias matérias como:

    http://brasileiros.com.br/2015/10/uso-de-benzodiazepinicos-como-o-rivotril-por-mais-de-tres-meses-aumenta-o-risco-de-demencia/

    Resolvi criar este grupo, para que tanto usuários e profissionais com carga experimental possam discutir suas experiências e vivencias com uso de benzodiazepínicos.

    Existem grupos como estes em todo o mundo, mas senti falta de um brasileiro.

    Então, para nossa troca de conhecimentos, sintam-se convidados e à vontade.

  • Tive um AVC em 2006,fui aposentado em 2008 e fiquei deprimido e não conseguia dormir pois ficava agitado, ansioso. Meu médico me receitou clonazepam de 2 MG.Hoje passei a tomar 0,5 MG e já consigo ficar de 3 a 4 dias sem tomá-lo e mesmo assim durmo normalmente. Sinto nesse período que a memória melhora SIM. Já tinham me avisado que tomando clonazepam a memória ficaria comprometida com o tempo.Estou no começo do processo e, futuramente falo do resultado, pois também estou tomando melatonina 6 ch.

  • Caros, primeiro: não há associação necessária das duas coisas. O uso dos benzos NÃO leva diretamente à demência, assim como a grande maioria das demências NÃO está ligada a uso de benzos. Não é isso o que disse a matéria acima, e não tirem conclusões apressadas para um lado nem para o outro com base em leitura mal feita. Segundo: a pesquisa é precipitada e alarmista. O método utilizado, o grupo e o tempo de pesquisa simplesmente NÃO SÃO dos mais sérios. Não saiam acreditando em tudo o que vocês leem de fontes não oficiais na internet. Terceiro: se muitos e muitos médicos com décadas de experiência dizem que você pode tomar doses moderadas de algum benzo, por que é que você de repente escolhe acreditar mais em alguma pesquisa que viu em um site? Quarto: a grande maioria dos medicamentos tem mesmo efeitos colaterais. Também existe uma coisa chamada idiossincrasia; cada pessoa reage de maneira ligeiramente diferente a um mesmo medicamento. Não saia contando a sua história como se todas as pessoas fossem reagir do mesmo jeito. Quinto: como alguém disse lá em cima, você pode morrer atropelado amanhã. Por que isso de se importar tanto com o fato de que você tomou, oh, mais de três meses de um benzo receitado por um médico, quando dezenas de pessoas aqui mesmo nesta seção de comentários relatam que usam há anos (como eu também uso)?? Deixa de paranoia! Sexto: deus não é cura para doença nenhuma, seja física ou mental. Não se iluda. Se quiser acreditar, então acredite, reze e tenha a sua fé, mas saiba separar bem as coisas e tenha a mais absoluta certeza de que você vai viver melhor assim. Sétimo: prezado brasileiro, pelo amor de deus, aprenda a escrever. “Há X anos” é do verbo haver e tem H, entre centenas de outras barbaridades lidas aqui. Pontuação também existe e é essencial. Nome próprio de remédio tem maiúscula (Rivotril), nome de substância não tem (água, giz, clonazepam). Oitavo: por favor, se informem melhor sobre as coisas que vocês mesmos tomam todo santo dia para melhorar a sua vida! Perguntem, tentem saber, se virem, mas não saiam acreditando em bobagem dita online por gente que sabe ainda menos que você. Ansiolítico não é antidepressivo, e eles não são hipnóticos nem neurolépticos e nenhuma dessas categorias tem qualquer coisa a ver com melatonina. São todos diferentes, têm aplicações diferentes e efeitos BEM diferentes. Enfim, depressão, pânico, insônia e afins existem, são gravíssimos e a gente tem de aprender a conviver com isso. Para todo o resto, por favor, use mais a sua cabeça!

    • Sou Mônica Tarantino, editora do site Saúde!Brasileiros. Gostaria de entender o que o Sr. quer dizer com “Não saiam acreditando em tudo o que vocês leem de fontes não oficiais na internet.” Está se referindo a nosso trabalho de reportagem ou não está se dirigindo a nós?
      Saúde!Brasileiros preza a apuração dos fatos e entrevistou a principal pesquisadora do estudo que aponta maiores possibilidades de demência para aqueles que fazem uso constante de benzodiazepínicos. Com que base o Sr. afirma que o grupo de pesquisa não é sério? Poderia por favor nos informar?

    • Eu uso o rivotril 2 mg há 33anos o médico me receitou junto com garbamazepina para crises epiléticas que comecei há ter com 11 anos tentei por minha conta há 1 ano pararb gradativamente acabei tendo uma crise epilética muito forte e horrível e nenhum médico quer tirar o remédio de mim .Tenho 48 anosou normal . Quero ajuda para parar de usar,o rivotril (clonazepan) estou assustada.Gisele

  • infelizmente qdo fiz uso do clonazepam, o medico n m orientou em nada. Ano q vem vou fazer o desmame, o uso do rivotril ha 6 anos hj destruiu minha vida…. A nova psiquiatra acredita q ele eh o responsavel pela depressao q tenho passado, q n melhorou com nenhum ad. Ja desenvolvi tolerancia, mas tb n aumento a dose, hj tomo 0.5mg, e logo estarei fazendo o desmame. M sinto extremamente fadigado, cognicao ta pessima. Enfim cada caso eh um caso, e se alguem precisar toma. Lo q seja as x ou no max 3 meses, apesar q tem uma amiga amiga q com 2 meses de uso ja esta tendo problema para retirar o medicamento

  • Eu tomo Rivotril há mais de 15 anos pois era comissária de bordo e trocava o dia pela noite nos vôos. Mesmo depois de parar de voar o médico não quis retirar a medicação, Já tomei vários antidepressivos tb mas há 8 anos estou usando o Cymbalta. Não sinto que preciso dessas medicações, estou fazendo o desmame do Cymbi há um mês e me sinto extremamente irritada e pavio curto pra tudo mas estou tentando aguentar pois sonho com o dia em que estarei limpa. Quando ao Rivotril, tomo 2 mg por noite e algumas vzs nem assim durmo,assim como algumas vzs não tomo nada e durmo muito bem, Isso tudo é muito louco pra mim. Sou advogada agora e morro de medo de esquecer as coisas, uma psiquiatra me aconselhou a tentar para primeiro o Cymbi que só dá crise de abstinência mas não de dependência como o Rivotril. Depois de ler essa matéria me bateu um desespero imenso de saber que posso adquirir um problema tão serio como demência ou Alzheimer.

    • Monica, existem métodos para tratar a dependência. É um processo de redução gradativa, conduzido por psiquiatras. Posso obter mais informações pra você. Se quiser, escreva para monica@brasileiros.com.br e em janeiro cuidamos disso.

    • Experimente duas coisas: a meditação pura e simples e o Método Silva. Não espere milagre de curto prazo, mas insista com determinação que você consegue. Aí sim, você estará livre de remédios, de depressão, de ansiedade… Experimente e insista, praticando diariamente, durante três meses e você estará curada.

  • Dra. SAMIRA, CONCORDO TOTALMENTE COM O QUE DISSE!!
    O enriquecimento acomete àquele que leva uma vida agitada, multifuncional, a correria faz com que nos desgastados mais.
    Estive ontem numa consulta com meu filho Nicholas, a Dra deve lembrar. ..ele toma remédio fazem anos, não esquece facilmente nada. As pessoas tem que buscar fontes seguras e tirar as dúvidas com quem sabe. Obrigada pela atenção na consulta. Extraordinária! !!! Nós vemos no proximo mês.

    • 0,5de rivotril não é nada, é puramente psicológico, tome metade por 1 mês depois reparta novamente por mais 1 mês, isso apenas para o seu psicológico, por que essa dosagem é o mesmo que água

  • Olá, tenho 26, fiz uso de rivotril durante quase 1 ano, iniciei por conta própria em doses muito altas, muitas vezes esguichava o vidrinho sem nem contar quantas gotas caíam. Fiquei super dependente, até que procurei um psiquiatra que me receitou a Venlafaxina e mesmo assim o rivotril, fazendo um desmame ( doses altas, como eu costumava usar até uma dose menor e cessação). Foi prescrito o Zolpidem quando necessário também! Hoje faz um ano que consegui deixar de usar o Rivotril, porém somente 1 mês que consegui parar de usar a Venlafaxina. Tenho picos de humor e muito esquecimento. Será se pode ser associado ao uso prolongado de Rivotril e por ter deixado de usar a Venlafaxina? Exceto esses sintomas de estress, bipolaridade e esquecimento, hoje não sinto ouyros efeitos, como tontura, náuseas, etc… Já senti durante o desmame. Muito ruim tudo isso!!!!! Deixo registrado aqui para as pessoas que desejam usar um antidepressivo por conta própria, Tomé bastante cuidado, é quase uma viagem sem volta, depender emocionalmente e psicologicamente de algo é a pior coisa que pode existir!!!

    • Oi, ” Deixo registrado aqui para as pessoas que desejam usar um antidepressivo por conta própria” – Leia novamente essa matéria: Rivotril não é um antidepressivo e a matéria orienta a substituir por outro tipo de medicação, justamente como antidepressivos…

    • Você colheu o que plantou, não foi o rivotril mas você o mal, tome 5g de dipirona e culpe o remédio. As sequelas que você tem é da venlafaxina

  • Olá boa tarde; efeitos do tipo: tolerância e refratário tem alguma cura ? , pois parece que a mente quando a gente acorda, está meio com com “mau estar” ou “ressaca”, não é como conheci o medicamento rivotril 2mg em 2010 até 2012 (dois anos apenas), em que dava sono, tranquilidade e acordava leve e feliz ou como se deixa-se mais novo; então fica uma coisa meio que terrível, agora é como se, a gente, acorda-se no “umbral escuro de punições” até o final da vida.

  • Eu nao sou médico, mas já tomei diversos antidepressivos, todos que vcs citaram nos comentários, bem como ansiolíticos. Ainda hj faço uso de muitos deles. Sempre com prescrição médica. Pessoal, tenham calma, essa dose que vcs tomam 0,5mg – 2mg de rivotril, faz efeito? Faz, claro, ainda mais se vc nunca tomou remédios desse tipo e se vc continuar tomando vc vai adquirir uma certa resistência. Mas essa dose é muito baixa. Acredito que vcs devam procurar seu médico e se sua depressão não melhorar é pq a dose que vc está tomando é subclínica ou então vc deve trocar de remédio ou então de médico mesmo. Já fui em mais de 10 psiquiatras até encontrar uma que resolvesse meu problema. Conheço pessoas que chegam a tomar 6-10mg de rivotril há mais de 10 anos e estão bem. Não estou falando que isso é legal, apenas para vcs não ficarem doidos se remoendo a ainda mais ansiosos. Procurem um médico bom, geralmente caro, mas que vai resolver seu problema e dps vc ficar livre de qualquer medicação. Nesse novo tratamento estou tomando há 1 ano quase, 5 medicações diferentes e em breve não tomarei mais nenhuma, comecei tomando quase 10 para vcs terem uma ideia e meu cérebro está normal, fiz tomografias e tudo. Se vc toma há 15 anos a mesma dose eu duvido que essa medicação ainda faça efeito, ou seja, é psicológico mesmo. Só seu médico que não quer te dizer. Médico tem que ser honesto, falar “vc nao tem nada” e pronto mesmo que o paciente ache ruim.

  • Estranho, se isso é verdade, por que então esses remédios continuam a ser comercializados e por que os médicos continuam receitando-os? Isso me leva a crer que, ou os laboratórios e médicos são um bando de mercenários ou eles não levam à sério essa pesquisa. E aí fica a dúvida: quem está tentando nos enganar?

      • Ric, há tratamentos específicos e muito mais eficientes para o pânico que não irão prejudicar a sua memória. Procure um serviço de transtornos de ansiedade. Se estiver em São Paulo, uma possibidade é o Ambulatório de Ansiedade, no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. http://www.amban.org.br

  • A indústria farmacêutica quer convencer aos usuários que possuem transtorno de ansiedade, agorafobia e até associado a depressão ou transtorno bipolar, devido à simplesmente novas patentes e ao custo dos medicamentos antidepressivos , que os ansiolíticos são agressivos as condições mentais a longo prazo ou até a curto prazo como vemos aqui na matéria. Essas informações são irreais, não possuem nenhum fato científico e documentado, quero por A + B que provém com pacientes fazendo uso único dessa medicação que ela traz demência. Agora o que podemos dizer dos antidepressivos, existe milhares de suicídio , homicídio e lesão mental, demência, despersonalização e psicoses observadas em pacientes tomando os SSRI , tricíclicos e outros como controladores de humor, Lítio, carbamazepina etc. A década de 60 e 70 foi marcada por usuários de Valium os quais não associados a drogas ilícitas ou álcool, tiveram seus transtornos controlado ou até superado, não há dados nenhum de pessoas com deficiência mental, ou qualquer tipo de deficiência física, podemos dizer o mesmo sobre ” os seguros” antidepressivos? Não! Conheço no mínimo 2 entre 3 que os tomam antidepressivos e desses dois em período de 7 anos apresentam deformação óssea, e psicoses, perda de memória, visão prejudicada, queda de cabelo e despersonalização (aparência insípida) . Lembrando que usuários de antidepressivos com relatório de pesquisa diário cometem homicídio e suicídio. As pesquisas mostram e as provas dos males dos antidepressivos são observáveis em um prazo superior a 5 anos de uso contínuo, já os benzodiazepínicos não tem os mesmos relatos a serem observados por usuários que fazem uso unicamente dessa classe de medicação, vamos acreditar no que vemos ou no que ouvimos falar? Dependência não é um caso só para ansiolíticos, cigarros, cerveja, sexo, jogos de azar, chocolate, internet viciam e vício é vício mas o que seria das vidas de pessoas que precisam de um medicamento como os ansiolíticos que funcionam e não agridem seu corpo e
    sua mente ? O mau uso de usuários (altas doses acima do estipulado na bula ou condições)que contribui para presunções infindáveis. Whisky e vodka no mercado sem receita é livre, vejam os dados de usuário contínuos, suas atitudes e suas consequências e sequelas .